Arte para comunicação da ciência

Somos tantos, somos um só. Diferentes ciências, cientistas distintos, línguas desiguais. O mesmo tronco de árvore ramifica galhos díspares, caminhos tão diversos entre raízes e sementes. Encontrar a origem do verbo, as células-tronco totipotentes[1], o cerne da questão para que os resultados de pesquisa sejam potencializados em sua divulgação. Adaptar a linguagem científica aos diferentes públicos é a forma de iluminar as descobertas e provocar a continuidade da pesquisa, em transdisciplinaridade, mas também em diferentes profundidades de percepção.


[1] As células-tronco totipotentes são capazes de gerar todos os tipos de células e tecidos do corpo

A arte, como instrumento de comunicação, é o que propomos nesse conto científico. Fazer sentir a descoberta, convidar o expectador a localizar-se como componente do processo de experimento científico, a transpor muros erguidos por linguagens científicas a partir da arte que integra o ser humano ao seu habitat.  O que seria da geografia sem os desenhos em um mapa? Da matemática sem suas representações geométricas? Da botânica sem a pintura ou a fotografia? Impressões em celulose tem papel importante. Expressões artísticas podem ser um instrumento para o alcance da ciência. Este estudo pretende mostrar exemplos da prática da utilização da arte para a compreensão e divulgação das ciências.