no caminho das águas
Quando a chuva cai no sertão, o lamento vira esperança, a reza vira festa, a seca vira dança. A água segue seu curso, quando a chuva cai no sertão, a semente quebra a dormência, o verde estende no chão. E a gente segue o rio, da nascente até o mar, num braço do São Francisco, num barco de balançar.




CORPO DE ÁGUA NAVEGA. ENCONTRO ENTRE A CHUVA TEUS OLHOS.
O aquífero Guaraní, assiciado ao arenito Botucatu e a outras formações areníticas mais antigas é responsável pelas águas que alimentam a bacia hidrográfica do Paraná, além de abastecer alguns formadores que vertem para a bacia Amazônica. Os aquíferos Bambuí e Urucuia, que também ocorrem na abrangência do Cerrado, são responsáveis pela formação e alimentação dos rios que integram a bacia do Rio São Francisco e as sub-bacias do Tocantis e Araguia. Formam, no centro do Brasil, lagoas e olhos dágua, conhecidos como águas emendadas. Foi de lá que partiu a Velha do Cerrado, em descida pelo São Francisco até chegar no mar, onde as doces águas salobram e se reconhecem. O livro Fogo Ardente, Água Corrente foi publicado pelo IBAMA.
Pesquisa: Larissa Malty
Orientação de Percurso de rios e idéias: Altair Sales Barbosa e Othon Leonardes.
Presidente do IBAMA e colaborador para o alcance desse projeto: Volney Zanardi Júnior
Secretário de Recursos Hídricos e colaborador para o alcance dessas águas: Pedro Wilson Guimarães
Fotografias: Pedro Cavalcante
Projeto Gráfico e Ilustrações: Stefania Montiel



