o arquétipo da grande mãe curandeira, benzedeira, nômade, foi o mote para a construção dessa personagem que por dez anos percorreu o cerrado brasileiro.

Quando estava prestes a me mudar do Brasil para Portugal fizemos a caminhada, descendo o rio São Francisco, até a morte.

Do fogo ardente à água corrente
A morte pode ser um bom início.

Duração do projeto
10 anos.

Com Maria de Lara, Correntina – BA.

Alumeia: O Cerrado que a Velha Conta – Gestão Ambiental e Performance, revela o momento de construção de uma personagem arquetípica e de criação da performance, narrando momentos de encontro entre a autora e suas fontes de inspiração da Savana Brasileira. Nesse ambiente elas refletem sobre a gestão ambiental deste bioma e o patrimônio cultural daquelas comunidades.

Este trabalho integra a Coleção Sons do Cerrado e contou com uma grande equipe de músicos, pesquisadores e comunidades cerratenses.

Este projeto é vencedor do Prêmio Pixinguinha de Música, Premio Rumos Itaú Cultural, Prêmio IPHAN e indicado ao Prêmio TIM de Música Brasileira.