eSSA ESTÓRIA COMEÇA PELO FIM. ONDE TUDO QUE SE VÊ É NADA.
2011, num dos maiores incêndios florestais do Jardim Botânico de Brasília, no Sistema Biogeográfico do Cerrado que ocupa desde a aurora do Cenozóico a parte central da América do Sul, a cumeeira do continente, o berço das águas, a Velha do Rio se deparou com a desesperança, entre a falta de informação e o descompromisso humano. Chorou pela chuva e seguiu o caminho das águas.




QUAL A RESPOSTA PARA TANTO DESATINO?
O filme Fogo Ardente, Água Corrente, foi um instrumento de crítica e questionamento ao comportamento humano imediatista que furta das futuras gerações seu direito de usufruir de um ambiente natural preservado e do contado com uma biodiversidade capaz de garantir a cura por meio de espécies medicinais, a música, dos que cantam os sons do cerrado, e de novas descobertas científicas.
Direção: Pablo Le Roy
Assistencia de Direção: Gabriel Tenório
Roteiro, Texto e Interpretação: Larissa Malty
Trilha Sonora: Geraldo Azevedo, Carlos Fernando e Vavá Cunha. Produção sonora: Ney Couteiro. Aranjos: Verónica Aldé, Dênio de Paula e Frederic Praxedes. Mixagem e Masterização: Dénio de Paula.
Fografias: Pedro Cavalcanti
Produção: Juliano Malty, Juliana Simões, Sérgio Lúcio e Amanda Andréa Lima.
Publicado pelo Ministério do Meio Ambiente do Brasil com o apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis