Entre a 308 Sul e o Cais do Sodré
2010. Andavam elas por aí a representar o impossível. Faziam de conta que eram invisíveis, viviam amores alheios como se lhes pertencessem. No verão do Largo do Machado, no inverno da Praça Onze. Entre Laranjeiras e Amoreiras. Servindo de ponte para o encontro, servindo de mote para a escrita: As inefáveis estações.




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